sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

1ª REUNIÃO DO ANO DE 2013 DO CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS SOBRE DROGAS - COMAD



Presença dos Conselheiros: Rizonete (Presidente - Amor Exigente), Da Roz e David (Maçonaria), Pr.(Associação dos Pastores Evangélicos da Paraíba), Bertrand e Jairo (SEJER), Deusimar (OAB), Lawrencita (UFPB/PAIAD), Fabiana (SEDEC), Lydia (Polícia Federal) e Guia (Arquidiocese da Paraíba/Pastoral da Sobriedade) -  Em 24 de janeiro de 2013.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

REUNIÃO ORDINÁRIA DO COMAD

Aos Senhores
Conselheiros Titulares e/ou Suplentes do COMAD

CONVOCAÇÃO

Convocamos todos os Conselheiros Titulares e/ ou Suplentes do CONSELHO MUNICIPAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS SOBRE DROGAS para a REUNIÃO ORDINÁRIA do mês de Janeiro, que se realizará dia 24 (quinta-feira) às 14:30h na Sala do Conselho, localizada na Casa dos Conselhos, Rua D. Pedro 692, - Tambiá.
Pauta:
 - Preparação da Eleição do COMAD;
 - Calendário de Atividades 2013;
 - Outros assuntos.

OBS. Haverá o Sorteio de 01 Cx de chocolate ALPINO com os presentes como acolhida de Ano Novo por parte do Conselheiro Da Roz da Maçonaria.

Confirme sua presença.

Atenciosamente,

MARIA RIZONETE GOMES
Presidente do COMAD

MARIA DA GUIA OLIVEIRA
Secretária do COMAD

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Coordenadora de formação da REDE RAISSS/Brasil, Vania Medeiros, apresentou proposta de projeto à SEDES/João Pessoa

Secretária Martha Moura (SEDES), ao centro,    ladeada pela professora Vania Medeiros, a psicóloga Valéria Cristina e o jornalista Crisvalter Medeiros.
         A coordenadora do Centro de Formação da Rede Latino Americana de Intervenção sobre o Sofrimento Social (RAISSS/Brasil), professora Vania Medeiros (IFPB) foi recebida na última quarta-feira (09), à tarde, pela secretária de Desenvolvimento Social (SEDES), da Prefeitura Municipal de João Pessoa, professora Martha Moura. Na reunião, a professora Vania Medeiros apresentou a propostas de um projeto de intercâmbio intermunicipal na área de formação em Tratamento Comunitário.
O projeto, que está em fase de construção coletiva, vai beneficiar estudantes e trabalhadores de três municípios brasileiros com capacitação através de intercâmbio com universidades da América Latina. Por enquanto, já foram articulados os municípios de João Pessoa e Sorocaba-SP.
O modelo de Tratamento Comunitário proposto pela RAISSS está fundamentado na teria ECO2, que integra teoria e prática em quatro estratégias: prevenção, trabalho, assistência básica, saúde e educação. A equipe intermunicipal, depois de formada, pretende fazer articulações junto aos órgãos fomentadores para viabilidade financeira do projeto.
Após a apresentação dos pressupostos do projeto de Tratamento Comunitário, a secretária Martha Moura se interessou pela proposta e garantiu que vai levar a proposta ao prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Inscrições abertas para curso sobre prevenção do uso de drogas para Conselheiros e Lideranças Comunitárias

Estão abertas as inscrições para a quinta edição do curso de prevenção do uso de drogas, que vai capacitar 40 mil conselheiros e lideranças comunitárias em todo o Brasil. A capacitação é parte do programa Crack, é possível vencer e é promovida pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD).
O objetivo da iniciativa é capacitar conselheiros municipais e líderes comunitários para atuar na prevenção do uso de crack, álcool e outras drogas, com foco na defesa e promoção dos Direitos Humanos e na articulação e fortalecimento das redes locais.
Para a secretária Nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, o curso permitirá o fortalecimento da atuação dos conselhos e outras lideranças na comunidade. “Os conselhos são instâncias legítimas de participação e controle social e têm papel fundamental na implementação de todas as políticas públicas sobre drogas”.
O curso gratuito será realizado a distância e executado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). As aulas iniciam em março, com duração de três meses. Tutores especializados vão acompanhar os alunos, que receberão o material didático em casa.
O programa Crack, é possível vencer, prevê, entre outras ações, a ampla capacitação de profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, justiça, segurança pública, conselheiros, lideranças comunitárias e religiosas, além da capacitação de profissionais e voluntários que atuam em comunidades terapêuticas.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 21 de fevereiro pelo site: http://conselheiros.senad.gov.br/

Inscrições abertas para cursos nas áreas da saúde e assistência social

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (SENAD) abriu em 24/01/2013 as inscrições para 10 mil vagas na 5ª edição do Curso SUPERA - "Sistema para detecção do Uso abusivo e dependência de substâncias psicoativas: encaminhamento, intervenção breve, reinserção social e acompanhamento".

O curso, totalmente gratuito, visa capacitar profissionais das áreas da saúde e assistência social para identificação e abordagem dos usuários de álcool, crack e/ou outras drogas, com a apresentação de diferentes modelos de prevenção e intervenção e encaminhamento. 
A capacitação é desenvolvida na modalidade de Educação a Distância (EaD), com carga horária de 120 horas e tem a duração de três meses. Os alunos que concluírem o curso receberão certificado de extensão universitária emitido pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). 
Os alunos receberão o material didático no endereço residencial e terão acesso às novas tecnologias de EaD, incluindo Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), portal específico do curso, acompanhamento por tutores especializados e telefonia gratuita para dúvidas e orientações.
O curso é parte integrante do eixo "prevenção" do programa "Crack, é possível vencer", que prevê, entre outras ações, a ampla capacitação de profissionais das áreas de saúde, assistência social, educação, justiça, segurança pública, conselheiros e lideranças comunitárias e religiosas.

Inscrições gratuitas
www.supera.senad.gov.br

domingo, 23 de dezembro de 2012

O enfrentamento ao consumo de álcool por crianças e adolescentes é tema de audiência pública na Câmara Municipal de João Pessoa.

A vereadora divulgou alguns números, como a pesquisa realizada com mil adolescentes, que constatou que 90% deles conseguem comprar bebidas alcoólicas em todo o país.

A vereadora Eliza Virgínia (PSDB) realizou, na manhã desta quinta-feira (20) no Plenário da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP), audiência pública sobre o “enfrentamento ao consumo de bebidas alcoólicas por crianças e adolescentes e a modificação legislativa por meio de iniciativa popular”

Eliza apresentou, através de vídeos, sua justificativa, que teve como base a luta em favor da vida e contra a disseminação das bebidas alcoólicas na vida da juventude brasileira. “Há um tempo me preocupava com ‘como e por que’ se vende um produto que mata, e que sempre é vendido através de certo ‘glamour’, para dar a impressão de que se é ‘descolado’, para se enturmar. No entanto, sabemos que o álcool é o principal elemento da violência doméstica, no trânsito e entre amigos”, alertou a vereadora.

A vereadora divulgou alguns números, como a pesquisa realizada com mil adolescentes, que constatou que 90% deles conseguem comprar bebidas alcoólicas em todo o país; que 6% das bebidas alcoólicas consumidas no Brasil são por jovens entre 12 e 18 anos; e que, das 60 mil mortes ocorridas no trânsito, a grande maioria é devida à ingestão de alguma bebida alcoólica.

A audiência pública contou com a presença do Arcebispo da Paraíba, Dom Aldo Pagoto; do pastor Estevam Fernandes, da Primeira Igreja Batista; da representante da Secretaria de Desenvolvimento Humano, Carmem Lúcia; a diretora do Centro de Atividades Especiais, Helena Holanda; pastor Diógenes, da Assembleia de Deus de Tambaú; os vereadores Tavinho Santos (PTB), Sérgio da SAC (PSL) e Bruno Farias (PPS); e o vereador eleito Santino (PT do B); além de familiares de vítimas de acidentes de trânsito de grande repercussão na cidade, Nina Ramalho (Família Ramalho) e Carol Lopes (filha da procuradora Fátima Lopes).

Dom Aldo Pagoto fez uma reflexão sobre a droga ser uma fuga que serpenteia entre a sensação nervosa de bem estar e a tentativa de ser um lenitivo dos problemas sociais, que se fortalece na falta de limites e na tendência ao excesso. Ele enfatizou que a mistura de bebida alcoólica com direção não dá certo, e cobrou “mais punições severas e multas salgadas”.

Por sua vez, o pastor Estevam pediu um minuto de silêncio pelas vítimas do álcool, e garantiu a adesão da Associação dos Pastores Paraibanos à campanha da vereadora, que pretende recolher assinaturas para coibir a venda de bebidas alcoólicas para crianças e adolescentes.

O vereador Sérgio da SAC lembrou que o alcoolismo é uma doença incurável, que merece a atenção da sociedade. Ele ainda firmou: “ninguém vai conseguir combater o álcool porque esta é uma industria muito poderosa. As campanhas institucionais são muito fracas, elas precisam ser mais parecidas com as do tabaco (cigarro)”.

Já o vereador Bruno falou que o álcool e a direção formam uma mistura explosiva, mas aproveitou para lembrar da “Lei Seca”, da severidade no tratamento do assunto e da fiscalização que tem sido efetivada em João Pessoa com diversas blitzes. “Mas, esse conjunto de ações não terá efeito se na prática as campanhas educativas não embasá-las. As campanhas publicitárias das bebidas alcoólicas são das mais atrozes, porque apostam na juventude, sempre com apelo para a sensualidade, como não se vê em nenhum outro país”, afirmou.

Nina Ramalho e Carol Lopes lembraram o sofrimento de suas famílias, e falaram sobre a transformação da dor em luta pela justiça, para que outra famílias não passem o mesmo que elas. Kátia Costa falou do projeto “Amigos da Vida”, que consiste em orientações e distribuição de panfletos e “pulseiras para os jovens que curtem a noite e se dispõem a ficar sem beber para levar toda a turma de volta para casa”. Ela ainda rebateu críticas que ouviu sobre o projeto que afirmavam que os que ficavam sem beber eram manes: “quem preserva a vida nunca poderá ser considerado um mané”. Já Carmem Lúcia garantiu que a Secretaria está pronta para disseminar a prática da valorização da vida.

Damião Rodrigues
Publicado em: 21/12/2012 às 07h59

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Pesquisa revela o comportamento dos jovens em relação ao álcool e drogas, Internet, violência e sexo



Pesquisa “Nós, jovens Brasileiros 2012”, oitava edição do projeto desenvolvido pelo Portal Educacional, contou com a participação de quase 3,5 mil estudantes em todo o Brasil e revela jovens conscientes, mas ainda com muitos aspectos a serem melhorados                                                                        Fonte: Assessoria 

Como o jovem brasileiro está se relacionando com os riscos no sexo, no uso de álcool e drogas, na Internet e nas diversas formas de violência? Estes foram os temas da oitava edição do projeto “Este jovem brasileiro”, desenvolvido pelo Portal Educacional (www.educacional.com.br) para entender os pontos de vista e o comportamento dos adolescentes. Em 2012, 3438 alunos da 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e Ensino Médio (13 a 17 anos) de 61 escolas particulares de todo o País responderam anonimamente à pesquisa, e o resultado geral mostra que os jovens estão mais conscientes, mas há muitos aspectos que podem ser melhorados.

A novidade da edição 2012, “Nós, jovens brasileiros”, foi que os estudantes foram envolvidos desde a primeira etapa do projeto, elaborando as perguntas para o questionário da pesquisa. Na fase sucessiva, os alunos analisaram e interpretaram os dados, que depois foram comentados pelo Dr Jairo Bouer, médico especializado em psiquiatria e sexualidade e parceiro do projeto.

“Muito legal perceber que a galera elaborou perguntas de alto nível, coerentes com o que o próprio jovem quer saber sobre sexualidade, violência, internet e álcool e drogas. É só encarando essas questões que conseguimos entender melhor o que estamos fazendo em relação a elas e qual a melhor forma de tomar atitudes mais conscientes e seguras”, comenta Bouer.
O primeiro tema foi o consumo de álcool e drogas. Entre os entrevistados, 72% dos participantes já beberam pelo menos uma vez e que quase 9% o fazem com freqüência. Apesar da proibição por lei, 62% responderam já ter freqüentado locais que vendem bebidas para menores. Quanto às drogas, quase 34% relataram que amigos e conhecidos já lhe ofereceram 9% já usaram, 6% tem inclinação a experimentar e 85% disseram não ter vontade de fazê-lo.
Para evitar a exposição e o consumo de bebidas e drogas, a maior parte dos jovens acredita em campanhas de conscientização e leis mais rigorosas. Eles também apontam soluções como evitar veiculação na mídia e oferecer oportunidades de trabalho e estudo para que os jovens não sejam levados a traficar. Perguntados sobre a legalização da maconha, 45% acha viável, com a ressalva que metade só aprovaria para uso médico, enquanto 55% não considera esta uma alternativa factível.
Quando se trata de usar a Internet, a pesquisa mostra que embora a maioria dos entrevistados seja bastante cuidadosa, uma parcela significativa tem comportamentos que comportam riscos, e que fenômenos como dependência e perda de controle sobre o tempo de uso são cada vez mais comuns.
Cerca de metade dos jovens diz usar a Internet de duas a quatro horas por dia, enquanto 23% passam mais de cinco horas por dia navegando, e embora a maioria ache que é possível fazer uso da internet sem que ela afete a vida social, 32% acreditam que afete seu período de sono. A maior parte dos entrevistados respondeu que seus pais não controlam seu uso da rede e não têm conhecimento sobre todo o conteúdo acessado, e 8% disseram gastar seu dinheiro na rede sem autorização dos pais.
A exposição de imagem na Web é um ponto que merece mais atenção. Quase 20% dos entrevistados disseram que mandariam fotos para pessoas que conheceram na internet; 6% deles já apareceram nus ou seminus em fotos na rede; 6% já mostraram partes íntimas do seu corpo para desconhecidos por meio de webcam e outros 3% já pensaram em exibir-se dessa forma, mas não puseram isso em prática. Além disso, quase 14% já passaram informações pessoais em sites de bate-papo.
Os resultados também comprovam que a Internet se tornou definitivamente um ponto de encontro para os jovens: 28% já encontraram na vida real pessoas que conheceram na rede, e outros 20% já tiveram envolvimento amoroso via Internet. Cerca de metade não conhece pessoalmente todos os seus contatos das redes sociais. Um dado que merece atenção é que 20% deles já criaram perfis falsos para conhecer gente ou bisbilhotar na rede. Um quarto dos entrevistados já praticou bullying virtual e 12% já foram vítimas disso.
A pesquisa aponta que a violência está bastante presente na vida dos jovens, e que seus principais motores são a influência dos amigos e a infelicidade pessoal. Entre os entrevistados, 18% já sofreram algum tipo de violência em casa e 54% relataram que seus pais batiam ou ainda batem neles, enquanto 23% diz já ter sofrido algum tipo de violência na escola – com o bullying e brincadeiras inadequadas dos amigos sendo indicados como principais causas.
A agressividade é apontada por 10% dos participantes como forma de ajudar a resolver problemas, e 46% deles acham que, dependendo da situação, ela pode ser necessária. Mais da metade (52%) já cometeu atos de violência, a maior parte deles, raramente ou em uma única situação. Os principais motivos alegados foram provocações repetidas, ofensas e ameaças, nesta ordem.
Em relação ao bullying, 48% dos jovens afirmaram que se o sofressem contariam para pais ou responsáveis, 21% deles pediriam ajuda dos amigos e 22% revidariam a agressão. Questionados sobre o preconceito e a violência contra os homossexuais, embora 90% não concordem, 10% dos entrevistados acham que cada um tem direito a ter o preconceito que quiser. Em relação à violência sexual, a pesquisa revela que 18% conhecem alguém que já sofreu violência sexual, e 1% diz já ter sido vítima.
Um dado preocupante que vem à tona é que quase 15% dos jovens que concederam entrevista já cometeram algum tipo de autoagressão (automutilação, cortes propositais e vômitos provocados), enquanto 7% já pensaram em fazê-lo – um padrão de comportamento que pode estar ligado a quadros de depressão e de maior risco de tentativa de suicídio e que indica necessidade de ajuda especializada.
O quarto tema abordado foi sexualidade. Quase um terço dos entrevistados (32%) acha que “sexo é só sexo mesmo”, feito por prazer, e 46% consideram que o ato tem relação com amor. A maioria dos jovens dizem não ter feito sexo (77%), e entre os 23% que já fizeram, o pico é entre 14 e 16 anos. A maior parte não faria sexo logo no primeiro encontro, mas 27% admitem essa possibilidade. Quase 9% disseram ter já praticado sexo virtual.
A maior parte dos jovens tem vergonha de falar com os pais sobre o sexo, e só 26% contariam a eles que o fizeram. Apesar disso, os pais e familiares continuam sendo as principais fontes de informação, e depois, os amigos.
Entre os jovens que já fizeram sexo, a maioria diz usar camisinha sempre, mas alguns afirmam que não usam sempre “porque incomoda”, e outros admitem que não usam nunca. Em caso de gravidez, 80% dos jovens revelaram que recorreriam à ajuda dos pais, e 10% disseram que fariam aborto. Quanto à orientação sexual, 5% dos jovens já ficaram indecisos. Questionados sobre o que fariam em caso de abuso sexual, 95% dos entrevistados responderam que tomariam algum tipo de atitude, como procurar e polícia, fazer algo contra o agressor ou, ainda, buscar ajuda psicológica e médica. No entanto, 5% ficariam calados, por medo ou vergonha.
O projeto “Este Jovem Brasileiro” é realizado pelo Portal Educacional desde 2006, fornecendo dados que ajudam as escolas a entender melhor seus alunos e a trabalhar temas fundamentais para essa geração. Nas sete edições anteriores, mais de 80 mil estudantes de todo o Brasil já estiveram envolvidos, ajudando a traçar o perfil do jovem brasileiro com relação a temas como comportamento de risco, valores e atitudes, relações familiares, sexualidade, álcool, relação com a Internet e saúde.

Em 05 de dezembro de 2012